Louis Vuitton (1821-1892)

 

A Louis Vuitton – marca símbolo da excelência à francesa – apresentou no Grand Palais em Paris a exposição “Volez, Voguez, Voyagez – Louis Vuitton”, para contar a história da grife criada em 1854, pelas mãos do jovem e talentoso Louis Vuitton, até os dias de hoje.

Na exposição foi possível ver de perto os tradicionais baús de viagem da marca francesa, que foram se adaptando aos meios de transporte com o passar do tempo e ganhando tecnologia e exclusividade.

Com os elegantes baús de viagem, Louis Vuitton conquistou a alta sociedade da época, inclusive a imperatriz Eugenie, esposa de Napoleão III.

Os baús podiam ser acomodados em vagões de trens, naquele que foi o período de grande desenvolvimento das linhas de trem, impulsionado pela instalação de charmosos balneários na costa francesa, como ainda testemunham as cidades de Deauville e Honfleur.

Um projeto incrivelmente moderno, que previu aquilo que viriam a ser os códigos emblemáticos da Maison e sintetizou o espírito audacioso de Louis Vuitton.

Criação do Monograma, ícone da marca

Com as inovações introduzidas por Louis Vuitton, os seus produtos começaram a ser imitados na Europa.

Para homenagear seu pai e tentar impedir as falsificações, com a morte de Louis Vuitton, seu filho Georges Vuitton criou o monograma em 1896, levando as iniciais de seu pai “L” e “V”, juntamente com símbolos que reproduziam flores.

Mesmo com o passar do tempo, alguns de seus atributos e significados seguem inalterados.

Ao tornar difusas as fronteiras entre competência artesanal, arte e design, a Louis Vuitton tem englobado reiteradamente as noções de inovação, colaboração e ousadia ao longo de toda a história do monograma.

A evolução dos baús de viagem

Testemunhando o surgimento das primeiras longas viagens de navio e de avião, a Louis Vuitton entrou para história da bagagem, pautada na qualidade, modernidade e elegância, tornando-se uma das grifes mais desejadas do mundo.

A Louis Vuitton compartilhou seu entusiasmo pela inovação com o designer Marc Newson, e o resultado foi a criação de um baú com rodinhas para o viajante do século XXI.

Amplamente conhecido como o designer industrial mais influente de sua geração, Marc Newson já atuou em diversos setores, de aeroespacial e tecnologia ao mobiliário e moda.

Um novo composto de polipropileno compõe a estrutura da mala, cujo objetivo é torná-la mais resistente. As consequentes camadas de rede, leves, finas e elásticas, pretendem que esta seja capaz de absorver os choques.

E para rentabilizar o espaço interior e evitar colisões que possam danificar os objetos, a cana extensível de alumínio foi colocada na parte de fora da mala.

As quatro rodas foram pensadas para permitirem movimentos em 360º e para serem o mais silenciosas possível.

O fecho contém um sistema de bloqueio com três dígitos e os cantos são revestidos em pele, estética comum da marca.

Todas estas novas características tornam a mala de viagem Louis Vuitton 15% mais espaçosa do que qualquer outra mala de viagem com as mesmas dimensões.

E, segundo Newson, “é um dos produtos mais leves do mercado”.

Assumindo-se como “obsessivo com a embalagem”, a sua principal preocupação foi projetar um produto que fosse perfeito para alguém que, como ele, viaja muito, “e não leva mais do que o absolutamente necessário.”

Como pensou Louis Vuitton : “No futuro, o processo de viajar poderá ser um pouco mais elegante, um pouco mais integrado e um pouco mais divertido”.

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By | 2018-11-06T19:06:02+00:00 novembro 6th, 2018|Sem categoria|0 Comentários

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